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Novo vídeo do Pr. Silas ‘detonando’ o candidato do STF

O nome do jurista Luiz Fachin foi aprovado nesta terça-feira (12) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), depois de mais de 11 horas de sabatina. Foram 20 votos a favor e 7 contra a indicação de Fachin ao Supremo Tribunal Federal. Agora, o nome dele vai ter que passar pelo plenário do Senado na próxima terça-feira (19). É IMPORTANTE QUE VOCÊ VEJA O NOVO COMENTÁRIO DO PR. SILAS MALAFAIA E ENVIE SEU EMAIL AOS SENADORES.

Assista ao comentário do Pr. Silas:

Alguns dos absurdos que o senhor Fachin aprova: o direito a pensão para amantes; a esterilização do esposo ou da esposa sem o consentimento do seu cônjuge; a desapropriação de terras produtivas; a resolução que permite que menores de idade usem banheiros femininos, e vice-versa, nas escolas, de acordo com a orientação sexual; entre outros.

Por isso, o pastor Silas Malafaia pede para que todas as pessoas de bom senso exerçam seu direito de cidadania enviando e-mail para os senadores pedindo que eles não aprovem a escolha de Luiz Edson Fachin.

ENVIE UM E-MAIL PARA OS SENADORES PEDINDO: Senhor senador vote contra a escolha de Fachin para o STF! 

Copie os endereços eletrônicos abaixo, cole no campo “Para” do seu e-mail e envie sua mensagem de repúdio aos senadores: 

acir@senador.leg.br; aecio.neves@senador.leg.br; aloysionunes.ferreira@senador.leg.br;alvaro.dias@senador.leg.br;ana.amelia@senadora.leg.br; angela.portela@senadora.leg.br;antonio.anastasia@senador.leg.br;antonio.carlos.valadares@senador.leg.br; ataides.oliveira@senador.leg.br;benedito.lira@senador.leg.br;blairo.maggi@senador.leg.br; cassio.cunha.lima@senador.leg.br;ciro.nogueira@senador.leg.br;cristovam.buarque@senador.leg.br; dario.berger@senador.leg.br;davi.alcolumbre@senador.leg.br;delcidio.amaral@senador.leg.br; donizeti.nogueira@senador.leg.br;douglas.cintra@senador.leg.br;edison.lobao@senador.leg.br; eduardo.amorim@senador.leg.br;elmano.ferrer@senador.leg.br;eunicio.oliveira@senador.leg.br; fatima.bezerra@senadora.leg.br;fernandobezerracoelho@senador.leg.br;fernando.collor@senador.leg.br; flexa.ribeiro@senador.leg.br;garibaldi.alves@senador.leg.br;gladson.cameli@senador.leg.br; gleisi.hoffmann@senadora.leg.br;heliojose@senador.leg.br;humberto.costa@senador.leg.br; ivo.cassol@senador.leg.br;jader.barbalho@senador.leg.br;joao.alberto.souza@senador.leg.br; joao.capiberibe@senador.leg.br;jorge.viana@senador.leg.br;jose.agripino@senador.leg.br; jose.maranhao@senador.leg.br;josemedeiros@senador.leg.br;jose.pimentel@senador.leg.br; jose.serra@senador.leg.br;lasier.martins@senador.leg.br;lidice.mata@senadora.leg.br; lindbergh.farias@senador.leg.br;lucia.vania@senadora.leg.br;luizhenrique@senador.leg.br; magno.malta@senador.leg.br;marcelo.crivella@senador.leg.br;maria.carmo.alves@senadora.leg.br; marta.suplicy@senadora.leg.br;omar.aziz@senador.leg.br;otto.alencar@senador.leg.br; paulo.bauer@senador.leg.br; paulopaim@senador.leg.br;paulo.rocha@senador.leg.br;raimundo.lira@senador.leg.br; randolfe.rodrigues@senador.leg.br;reginasousa@senadora.leg.br;reguffe@senador.leg.br; renan.calheiros@senador.leg.br;ricardo.ferraco@senador.leg.br;roberto.requiao@senador.leg.br; robertorocha@senador.leg.br;romario@senador.leg.br;romero.juca@senador.leg.br; ronaldo.caiado@senador.leg.br;rose.freitas@senadora.leg.br;sandrabraga@senadora.leg.br; sergio.petecao@senador.leg.br;simone.tebet@senadora.leg.br;tasso.jereissati@senador.leg.br; telmariomota@senador.leg.br;valdir.raupp@senador.leg.br;vanessa.grazziotin@senadora.leg.br; vicentinho.alves@senador.leg.br;waldemir.moka@senador.leg.br;pinheiro@senador.leg.br; wellington.fagundes@senador.leg.br;wilder.morais@senador.leg.br;zeze.perrella@senador.leg.br

 

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Islamitas são condenados a prisão perpétua por incendiar igreja no Egito

Imagem: ReproduçãoEm agosto de 2013 uma igreja copta do Cairo foi incendiada por muçulmanos durante uma série de ataques gerados com a deposição do presidente egípcio, Mohamed Morsi.

Leia também: Cristãos e muçulmanos se unem para proteger igrejas no Egito

A justiça do país julgou os 69 participantes do atentado e os condenou a prisão perpétua. Dois menores de idade que também participaram da ação foram sentenciados a 10 anos de prisão pelo tribunal.

Todos foram condenados por tentativa de assassinato, porte ilegal de armas, resistência às autoridades e por participação em uma organização terrorista (todos são membros da Irmandade Muçulmana).

O tribunal também julgou outros casos de ações violentas realizadas em 2013, na onda de protestos pedindo a volta do presidente Morsi. Centenas de pessoas foram condenadas à morte ou a prisão perpétua. As Nações Unidas consideraram a série de julgamentos e suas decisões como algo “sem precedente na história recente”.

Saiba mais: Irmandade convoca ‘Marcha da Ira’ contra massacre no Egito

O ataque a igreja foi realizado como uma vingança ao governo que tinha atacado dois campos de manifestantes pró-Morsi no Cairo deixando 700 mortos. O presidente foi deposto pelo exército egípcio no dia 3 de julho de 2013 por ordenar a detenção e tortura de manifestantes em 2012. Ele foi condenado a 20 anos de prisão.

Fonte: Gospel Prime

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Nova teoria sobre morte de Bin Laden causa polêmica nos EUA

Morte de Osama Bin Laden foi anunciada como um feito pelo próprio presidente Obama

Morte de Osama Bin Laden foi anunciada como um feito pelo próprio presidente Obama

Acusações feitas pelo jornalista americano Seymour Hersh de que os Estados Unidos teriam mentido sobre a operação que matou Osama Bin Laden, líder do grupo extremista Al-Qaeda, há quatro anos, geraram forte reação da Casa Branca e da imprensa do país, que apontaram inconsistências em seu relato.

Ganhador do Pulitzer de 1970, o mais importante prêmio jornalístico dos Estados Unidos, Hersh afirma que a morte de Bin Laden não foi alvo de uma operação arriscada e secreta, mas da cooperação entre militares americanos e paquistaneses.

“A história contada pela Casa Branca poderia ter sido escrita por Lewis Carroll”, escreveu Hersh em artigo publicado no periódico London Review of Books, em referência ao autor de Alice no País das Maravilhas (1865).

Na versão de Hersh, o líder terrorista não teria sido encontrado depois de uma série de interrogatórios e investigações envolvendo seu mensageiro, mas com a ajuda do Paquistão, que o o estaria mantendo sob sua custódia há cinco anos com a ajuda financeira da Arábia Saudita em um complexo na cidade de Abbottabad, no norte do Paquistão.

O ataque teria sido autorizado por oficiais paquistaneses de alto escalão depois que os Estados Unidos descobriram onde Bin Laden estava por meio de uma fonte na Inteligência do Paquistão.

Um acordo teria sido fechado para que os americanos operassem na área para confirmar por meio de amostras de DNA que se tratava de fato de Bin Laden. As únicos balas disparadas naquela noite teriam sido as que mataram o ex-líder da Al-Qaeda. Assim, segundo a versão de Hersh, ele teria sido assassinato friamente em vez de ter sido atingido em meio à invasão do local onde se encontrava.

Em troca, os Estados Unidos apoiariam financeiramente os serviços de Inteligência paquistaneses. Como parte deste acordo, os Estados Unidos adiariam o anúncio da morte de Bin Laden por uma semana e diriam que ele teria sido morto por um ataque com drone no Afeganistão.

No entanto, Obama teria descumprido esta última parte depois de saber que um dos helicópteros americanos caiu, o que teria feito a Casa Branca temer que a história viesse a público de qualquer forma.

Reação

Obama e jornalistas apontaram 'inconsistências' na versão de Hersh

O governo americano reagiu às acusações de Hersh afirmando que “a ideia de que a operação que matou Osama Bin Laden não foi uma missão unilateral dos Estados Unidos é falsa”, acrescentando que a versão está repleta de “imprecisões e afirmações sem fundamentos”.

Membros da imprensa americana também questionaram a teoria, especialmente Max Fischer, do site Vox, e Peter Bergen, da emissora CNN. A críticas se resumem aos seguintes pontos:

Fontes frágeis: grande parte do artigo de Hersh é baseado em alegações feitas de forma anônima, por integrantes dos órgãos de Inteligência militar dos Estados Unidos e do Paquistão, nenhum dos quais esteve envolvido diretamente na operação. A única fonte que teve seu nome citado, Asad Durrani, serviu nas Forças Armadas paquistanesas há mais de duas décadas. Ele diz que seus “ex-colegas” confirmam a versão de Hersh. Durrani foi contatado posteriormente por Bergen, da CNN, e disse apenas que a teoria elaborada pelo jornalista é “plausível”.

Contradições: Hersh deixou de lado o fato que dois integrantes do esquadrão de elite da Marinha americana – o Seals – envolvidos no ataque trouxeram a público detalhes da operação que contradizem diretamente sua versão. Bergen, que visitou a casa onde Bin Laden foi morto, afirma haver clara evidência de troca de tiros no local, que “estava destruído, com vidros quebrados e com marcas de saraivadas de balas” nas paredes.

Conclusões não-realistas: Por que os sauditas apoiariam Bin Laden, um homem que queria derrubar seu monarca? Por que as relações entre americanos e paquistaneses se deterioram se um acordo feito entre os países previa um subsequente apoio por parte dos Estados Unidos?

Hersh é um premiado jornalista investigativo dos Estados Unidos

Hersh, que ganhou o Pulitzer em 1970 ao revelar o massacre de civis vietnamitas por soldados americanos no vilarejo de My Lai, ainda foi acusado por Fischer, daVox, de trazer à tona cada vez mais denúncias baseadas em evidências frágeis.

Nos últimos três anos, por exemplo, Hersh assinou reportagens em que o governo do ex-presidente americano George W. Bush foi acusado de treinar militantes iranianos em Nevada e que afirmavam que a Turquia estava por trás de ataques com armas químicas na Síria.

“Talvez de fato exista um vasto mundo sombrio e diabólico de conspirações, executadas de forma brilhante por uma rede internacional de mentes governamentais”, escreve Fischer.

“E talvez só Hersh e seu punhado de ex-oficiais militares anônimos estejam enxergando este mundo e seus segredos aterrorizantes. Ou talvez haja uma explicação mais simples”.

‘Contra a correnteza’

Ao mesmo tempo, a versão de Hersh foi celebradas por alguns comentaristas americanos conservadores, que antes haviam se irritado com o jornalista por ele ter feito acusações contra o governo Bush.

“Quando Seymour Hersh fabrica maluquices contra Obama, ele deixa de ser um sábio para virar um excêntrico”, disse John Nolte, da rede de notícias Breitbart. “Quando era contra Bush, ele era Deus para a mídia”.

Em uma entrevista veiculada na TV nesta segunda-feira, Hersh tentou virar a mesa, ao dizer que a versão do governo americano é que inacreditável.

“Vinte e quatro ou 25 homens vão para o meio do Paquistão e matam um cara sem apoio aéreo, sem proteção, sem segurança, sem obstáculos – você está brincando comigo?”, ele disse.

“Veja bem, desculpe-me se (minha teoria) vai contra a correnteza, mas venho fazendo isso minha vida inteira, e tudo que posso dizer é que entendo as consequências disso”.

Fonte: BBC Brasil

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URGENTE! Votação para novo ministro do STF é nesta terça-feira; Pr. Silas comenta

silas banner 1Pastor Silas Malafaia pede para que todas as pessoas de bom senso exerçam seu direito de cidadania enviando e-mail para os senadores pedindo que eles não aprovem a escolha de Luiz Edson Fachin, indicado por Dilma Rousseff, para a vaga de ministro no Supremo Tribunal Federal (STF).

“Se você é a favor da família, é a favor dos bons costumes, se você é contra o sistema comunista diga não a Fachin!”, declara pastor Silas Malafaia em seu comentário (assista ao vídeo abaixo).

Entre tantos absurdos que o senhor Fachin aprova estão: o direito a pensão para amantes; a esterilização do esposo ou da esposa sem o consentimento do seu cônjuge; a desapropriação de terras produtivas; a resolução que permite que menores de idade usem banheiros femininos, e vice-versa, nas escolas, de acordo com a orientação sexual; entre outros.

Acesse a coluna de Reinaldo Azevedo, no site da ‘Veja’, e saiba mais sobre os disparates que o senhor Fachin é a favor.

Assista ao comentário do Pr. Silas:

ENVIE UM E-MAIL PARA OS SENADORES PEDINDO: Senhor senador não aprove Fachin para o STF! 

Copie os endereços eletrônicos abaixo, cole no campo “Para” do seu e-mail e envie sua mensagem de repúdio aos senadores: 

acir@senador.leg.br; aecio.neves@senador.leg.br; aloysionunes.ferreira@senador.leg.br;alvaro.dias@senador.leg.br; ana.amelia@senadora.leg.br; angela.portela@senadora.leg.br;antonio.anastasia@senador.leg.br; antonio.carlos.valadares@senador.leg.br; ataides.oliveira@senador.leg.br;benedito.lira@senador.leg.br; blairo.maggi@senador.leg.br; cassio.cunha.lima@senador.leg.br;ciro.nogueira@senador.leg.br; cristovam.buarque@senador.leg.br; dario.berger@senador.leg.br;davi.alcolumbre@senador.leg.br; delcidio.amaral@senador.leg.br; donizeti.nogueira@senador.leg.br;douglas.cintra@senador.leg.br; edison.lobao@senador.leg.br; eduardo.amorim@senador.leg.br;elmano.ferrer@senador.leg.br; eunicio.oliveira@senador.leg.br; fatima.bezerra@senadora.leg.br;fernandobezerracoelho@senador.leg.br; fernando.collor@senador.leg.br; flexa.ribeiro@senador.leg.br;garibaldi.alves@senador.leg.br; gladson.cameli@senador.leg.br; gleisi.hoffmann@senadora.leg.br;heliojose@senador.leg.br; humberto.costa@senador.leg.br; ivo.cassol@senador.leg.br;jader.barbalho@senador.leg.br; joao.alberto.souza@senador.leg.br; joao.capiberibe@senador.leg.br;jorge.viana@senador.leg.br; jose.agripino@senador.leg.br; jose.maranhao@senador.leg.br;josemedeiros@senador.leg.br; jose.pimentel@senador.leg.br; jose.serra@senador.leg.br;lasier.martins@senador.leg.br; lidice.mata@senadora.leg.br; lindbergh.farias@senador.leg.br;lucia.vania@senadora.leg.br; luizhenrique@senador.leg.br; magno.malta@senador.leg.br;marcelo.crivella@senador.leg.br; maria.carmo.alves@senadora.leg.br; marta.suplicy@senadora.leg.br;omar.aziz@senador.leg.br; otto.alencar@senador.leg.br; paulo.bauer@senador.leg.br;paulopaim@senador.leg.br; paulo.rocha@senador.leg.br; raimundo.lira@senador.leg.br;randolfe.rodrigues@senador.leg.br; reginasousa@senadora.leg.br; reguffe@senador.leg.br;renan.calheiros@senador.leg.br; ricardo.ferraco@senador.leg.br; roberto.requiao@senador.leg.br;robertorocha@senador.leg.br; romario@senador.leg.br; romero.juca@senador.leg.br;ronaldo.caiado@senador.leg.br; rose.freitas@senadora.leg.br; sandrabraga@senadora.leg.br;sergio.petecao@senador.leg.br; simone.tebet@senadora.leg.br; tasso.jereissati@senador.leg.br;telmariomota@senador.leg.br; valdir.raupp@senador.leg.br; vanessa.grazziotin@senadora.leg.br;vicentinho.alves@senador.leg.br; waldemir.moka@senador.leg.br; pinheiro@senador.leg.br;wellington.fagundes@senador.leg.br; wilder.morais@senador.leg.br; zeze.perrella@senador.leg.br

 

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Irã proíbe cortes de cabelos e tatuagens considerados diabólicos

Irã proíbe cortes de cabelos e tatuagens considerados diabólicos

Cabelo espetado. RICARDO MORAES / REUTERS

No Irã os homens não poderão escolher corte de cabelo arrepiado, pois para alguns religiosos o estilo é um sinal de adoração ao demônio. Essa semana o governo iraniano resolveu proibir de vez esse tipo de corte e também aproveitou para proibir tatuagens e outros adornos masculinos.

Toda moda ocidental que tenta entrar no país o governo entende como uma afronta à religião e por isso tenta impedir seus cidadãos de copiá-la. “Penteados de adoradores do diabo estão agora proibidos”, disso Mostafa Govahi, chefe da União dos Barbeiros do Irã à agência de notícias ISNA.

A decisão não interfere apenas no direito do cidadão de escolher seu penteado, mas também no dono do salão que pode ter a licença revogada por estar “violando os regulamentos do sistema islâmico”.

Os salões de cabeleireiro que permitiram seus clientes de saírem de lá com o “corte do diabo” já foram identificados e serão punidos. Govahi acusa os barbeiros ilegais de oferecerem esses cortes “espetados” e tratamentos estéticos aos seus clientes.

“Normalmente os barbeiros que fazem esse tipo de trabalho não possuem licença. Eles já foram identificados e serão punidos”, garantiu.

Além do corte de cabelo arrepiado, o Irã também proibiu tatuagens, tratamentos de bronzeamento artificial e depilação de sobrancelhas. Esses procedimentos viraram tendência entre os jovens iranianos e o país resolveu proibi-los.

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Brasileiros relatam situação do Nepal após terremoto

Brasileiros relatam situação do Nepal após terremoto

Brasileiros relatam situação do Nepal após terremoto

Era 25 de abril, dia escolhido por uma família de brasileiros que vive no Nepal para fazer as compras em um supermercado. Foi ali, dentro do estabelecimento comercial que eles sentiram os tremores que assolaram e destruíram a cidade.

A intensidade do tremor foi de 7,9 na escala Richter, casas e imóveis comerciais ruíram, milhares de pessoas morreram e Patrícia, Adenildo e sua filha Rafaela escaparam por pouco.

Patrícia, ainda dentro do mercado, viu três nepalesas se abraçando. Seu esposo e a filha do casal tinham saído para outra área do mercado para comer. “De repente Adenildo apareceu no antepenúltimo corredor e disse: ‘Corre Patrícia, é terremoto, temos que sair daqui’”, lembra ela.

As prateleiras do mercado começaram a cair, o casal pulava e corria tentando não ser atingido pelos objetos. “Eu perdi o equilíbrio e cai no pé de uma prateleira”, se recorda Patrícia que começou a se preocupar com a filha que não estava ao lado deles e do filho, Matheus, que ficou em casa.

Rafaela conseguiu sair do mercado e esperou pelos pais na rua. Assustados, a família pode ver o teto externo do supermercado cair enquanto eles tentavam desesperadamente encontrar um local seguro.

“A ordem dos policiais eram que todos ficassem juntos no meio da rua, longe de qualquer edificação”.

Todos se juntavam na rua e logo em seguida mais um tremor aconteceu. “Foi um pânico geral”, recorda ela que conseguiu carona para voltar para casa quando os tremores cessaram e encontrou seu filho também do lado de fora da casa, totalmente são junto com o dono do imóvel.

Por segurança, eles tiveram que dormir em um campo de plantação debaixo de tendas de plástico e depois ficaram três dias dormindo na quadra de uma escola até que puderam voltar para casa.

O livramento vivido pelos brasileiros não foi o mesmo de milhares de pessoas que perderam suas casas e também os seus entes queridos. Quase 15 dias após o terremoto, as autoridades já encontraram mais de 7 mil mortos e agora tentam reconstruir e limpar as cidades atingidas.

A família brasileira tem ajudado os sobreviventes a reconstruírem suas vidas e tem se firmado na fé em Deus para ter forças e levar esperança para os nepaleses e outros povos que estavam no país no dia do terremoto.

Empresas e grupos missionários como o CMDT estão somando recursos financeiros para ajudar na reconstrução das cidades. A população precisa de alimento, água, remédios e muita oração. Ore pelo povo do Nepal.

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Sheherazade apoia campanha de ex-gays que são vítimas de preconceitos

A jornalista Rachel Sheherazade gravou um editorial na rádio Jovem Pan falando sobre os preconceitos contra ex-gays citando a audiência pública convocada pelo deputado pastor Marco Feliciano (PSC-SP) para debater o assunto.

Feliciano justificou a audiência na Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) dizendo que esse grupo enfrenta duplo preconceito: por parte dos homossexuais e por parte dos heterossexuais.

Sheherazade citou alguns casos de ex-gays que hoje rejeitam o comportamento que eles assumiram no passado. Essas pessoas reclamam que até para o Conselho Federal de Psicologia eles não existem, pois para o órgão o homossexualismo é uma condição intrínseca do ser humano e não pode ser mudada.

“Se gays não têm cura, pois a homossexualidade não é, definitivamente, uma doença, eles têm ao menos o direito de tentar mudar de opção, se assim o quiserem. A isso, damos o nome de livre-arbítrio”, disse a jornalista.

Ela também lembrou os trabalhos da psicóloga Marisa Lobo que acredita na mudança de orientação sexual, tanto que está redigindo um documento a ser entregue à ONU com cerca de 100 casos de gays e lésbicas que mudaram sua opção sexual.

Esse grupo de ex-gays querem ser reconhecidos e por isso lançam a campanha “Eu Existo” para mostrar que a mudança de orientação é possível e que aqueles que quiserem abandonar a prática devem ser aceitos e não mais maltratados e julgados pela sociedade.

Assista:

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Pesquisador diz que luz vista pelo apóstolo Paulo era meteorito

Pesquisador diz que luz vista pelo apóstolo Paulo era meteorito

Pesquisador diz que luz vista por Paulo era meteorito

Os relatos de Atos a respeito da conversão de Paulo ganharam um novo significado segundo o estudo do pesquisador William Hartmann. Ele afirma que a experiência que cegou o apóstlo durante o caminho a Damasco não foi um anjo, mas sim um meteorito.

A Bíblia relata que Paulo pediu cartas para ir até Damasco encontrar e prender os cristãos, mas no meio do caminho um resplendor de luz vindo do céu caiu sobre a terra. Com a luz veio a voz que fez com que ele aceitasse o chamado do Senhor.

Para Hartmann a luz que caiu na terra foi um efeito astronômico semelhante ao que aconteceu em Cheliabisnk em 2013. Com o impacto do meteorito Paulo teria visto a grande luz que desceu do céu e o deixou cego por três dias.

O pesquisador, que é cofundador do Instituto de Ciência Planetária de Tucson, no Arizona (Estados Unidos), diz que não quer desacreditar o relato bíblico, apenas mostrar como um meteorito pode ter mudado a história do cristianismo.

O artigo que fala a esse respeito foi publicado como “um artigo polêmico e revolucionário” por juntar registros bíblicos com fenômenos astronômicos.

Mas Hartmann não é o primeiro pesquisador a tentar encontrar uma razão física para trechos bíblicos que narram experiências espirituais. A passagem que narra Moisés recebendo os dez mandamentos também é contestada. O escritor Erich Von Däniken diz que na verdade o profeta teve uma experiência com extraterrestres.

O ufologista suíço diz que interpretar a experiência de Moisés como um contato com Deus é um erro, pois para ele o profeta se comunicou mesmo foi com um ser de outro planeta.

Assista:

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